Sei o que quero e vou conseguir. Como todos sabemos (ultimamente não se fala de outra coisa) dois mil e onze está a acabar, faltam apenas dois dias. Já é tempo de compreender tudo o que pretendo para este novo ano e tudo que quero deixar em dois mil e onze com possivelmente uma mera saudade e arrependimento. Na verdade este ano foi bem melhor que todos os outros passados, não sei bem o porquê. Apaixonei-me e como era óbvio iludi-me e acabei por me magoar como já estava pressentido á muito. Fiz novas amizades das quais muitas não passaram de um simples oi acompanhado por um amo-te incerto e um para sempre acabado. Outras amizades foram uma mais-valia na minha vida, posso desabafar e confiar tal como dizer coisas sem sentido algum que me irão compreender, sugerir conselhos e ajudar-me. Limei outras amizades que estavam com uma vírgula pendente e prolongada á demasiado tempo. Umas tiveram o tão imprevisível ou não ponto final e outras permaneceram com as pequenas reticências. Percebi quem eram os meus verdadeiros amigos e aqueles que não passavam de meros intrusos que só me usavam quando necessitavam. Esta gente para mim teve um ponto final bem colocado, não sou nenhuma boneca para usarem e deitarem fora, sou um simples ser humano com sentimentos. Por vezes acho que foi mesmo esse simples facto que me tornou nesta pessoa fria mesmo para quem não tinha culpa alguma. Chega de perdões enganadores, ‘amo-tes’ sem significado e até mesmo ‘ sempres ‘ de dois dias no máximo, para o ano que vem só quero coisas verdadeiras com sentimento. Este ano fartei-me de merdas, de chorar por pessoas vulgares e muitas vezes dizer um ‘ estou bem ‘ quando no fundo o que me apetecia naquele momento era desatar a chorar. Para este ano que vem quero sorrir com significado sincero que o sorriso tem, chorar de alegria e de preferência de ter ao meu lado só os meus amigos verdadeiros. Chega de falsidade, incertezas, dúvidas, desconfianças entre mil e uma coisas na minha inocente vida, este ano todas essas coisas irão ter um fim. Mas, sim há um mas, por outro lado tenho que agradecer todas as vezes que sorri com uma gargalhada sincera, agradecer a todas as pessoas que sempre estiveram ao meu lado e me mostraram a verdade e nunca me abandonaram quando mais precisei de um simples ‘ tudo se irá resolver’, por todos os momentos de felicidade e sinceridade que tive e que se tornarão numa recordação única que nunca irei esquecer. Tais como quando vi aqueles ‘ amigos virtuais’ e estive com eles cara a cara ou até mesmo quando fiz coisas com certas pessoas que nunca pensei vir a fazer por causa de serem as pessoas que eram. Amei todos os bons momentos como é óbvio mas para ser sincera os momentos maus trouxeram-me várias lições de vida e é nisso que tenho que pensar, que é ao errar que aprendemos. Este ano irei passar a passagem de ano com umas amigas e tenho um pressentimento que irá marcar. Agora só me resta aguardar pela noite de 31 de Dezembro de 2011 para 1 de Janeiro de 2012 para pôr tudo em prática, como se costuma dizer ‘ Ano novo vida nova’ .
29 de dezembro de 2011
27 de dezembro de 2011
É estranho que depois desta ausência toda entre a nossa amizade agora inicie tudo repetidamente. Ontem, prometeste-me que tudo iria voltar ao normal e que não me irias desiludir novamente mas sinceramente não vejo mudanças no ‘ nós ‘. As conversas sem assunto permanecem, isto para não mencionar que são raras as conversas que existem. Não são prenunciados nem simples ‘oi ’ entre ambas, para ser sincera confiei imenso, talvez mesmo até em demasia, quando dizes-te que as coisas se iriam modificar para como antes ou até melhor e hoje já não tenho tanta a certeza disso. Não questiones o porquê de a nossa amizade ter chegado a este ponto, eu própria não sei resposta tal como tu não a sabes. Diversos juramentos ao longo deste tempo todo não foram exercidos, o sempre que ambas asseguramos não foi suficiente e agora há que saber ou emendar as coisas e de ambas as partes haver um empenho para recuperar tudo ou então desistir desta amizade que no fim ao cabo está quase a completar dois anos. Como diriam ‘ temos a faca e o queijo na mão’ tudo depende de nós.
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