1 de abril de 2012

Um mês, sim completávamos hoje um mês, lembras-te? Eu lembro perfeitamente de como tudo isto começou porque foi graças ao facto de gostar imenso da tua simplicidade, tinhas um brilho especial, fora do normal. Quando passava por ti meu coração ficava a pular agitadamente e sentia um nó na garganta, ficava ‘louca’ assim dizendo, mas mantive sempre a calma pois na realidade possivelmente nem sabias quem eu era. Dia um de Fevereiro de dois mil e doze, não sei bem como mas começámos a falar e tivemos aquelas conversas super básicas, nada de especial, mas elas começaram logo com macaquinhos na cabeça a dizer coisas normais de amigas. Aliás nem sei bem porquê mas dei por mim a só dar importância a ti e ás nossas conversas, desde de inicio comecei logo a confiar em ti e isso é completamente absurdo acontecer mas contigo foi diferente, tu eras diferente. E lá vinham elas com aquela frase ‘ ela gosta dele, ele gosta dela, todo mundo sabe menos eles’ e eu desmentia tudo, era impossível. Mas sei lá, eu só estava bem a ver-te, a estar a teu lado, a falar contigo, epá sei lá essas coisas super normais de quando uma rapariga estava toda apanhada por um rapaz, mas mesmo assim desmentia tudo. Até que não aguentei mais, era mesmo amor aquilo que sentia por ti e não podia negar mais, caguei completamente para que as pessoas iriam julgar só o que importava era a minha felicidade. Não fui eu a dar o primeiro passo, tu próprio o fizeste quando me admitiste que gostavas de mim e ai ganhei uma enorme coragem e disse-te tudo aquilo que eu estava a sentir. Andámos assim aproximadamente um mês, disseram-me 1224543 vezes para agir pois mais tarde ou mais cedo te irias cansar de isto não avançar e irias partir para outra (o que não foi preciso muito para tal), mas eu nunca tomei uma atitude, nunca avancei limitava-me a ficar á espera que tu o fizesses. Um de Março de dois mil e doze, era hora de almoço estivemos basicamente quinze minutos ao lado um do outro e nada, nem um e agora, nada ! O silêncio manteve-se entre nós até que tocou e lá fomos nós para a sala de aula, íamos a subir as escadas (não sei o que se passou pela tua cabeça), beijaste-me e sussurraste ao meu ouvido ‘ amo-te’. Fiquei surpreendida, acho que aquilo não era real era demasiado .. epá era demasiado bom para ser verdade. Não tivemos um pedido de namoro oficial, mas também nunca fui disso, não sabia o que se estava a passar mas que era bom era. Os teus beijos sentidos, os teus abraços de protecção, os teus sorrisos marotos e os teus insultos começaram a fazer parte de mim, mas não por muito tempo. Sempre tive aquele enorme medo de te perder e tu sempre me prometeste que tal não iria acontecer, confiei em ti e trocaste-me. Na verdade os meus ciúmes não ajudaram muito mas sempre assim fui, impulsiva, ciumenta e demasiado complicada, raras pessoas me compreendem e eu pensava que me conhecias mas não. Teu sentimento começou a mudar, trocaste-me por uma gaiata qualquer agora vais ter que viver com isso, perdeste uma ‘mulher’ e nada me vai fazer voltar atrás por mais que te tenha amado como nunca amei ninguém. Tu sabes os obstáculos que tive que passar para tudo dar certo, tu melhor que ninguém sabes mas foi o fim. Obrigado pelos os vinte e seis dias de amor que me propuseste, obrigado por me teres sido honesto, obrigado por me fazeres feliz. E apesar de tudo, sim, continuamos amigos.

9 comentários:

  1. Ainda bem querida. Também gostei muito de teu texto :)

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  2. Ainda bem que concordas (; Está mesmo bonito

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  3. obrigado princesa
    FELICIDADES, espero que essa relação dure por muitos mais meses.
    beijinho

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  4. Adorei este post e a imagem lateral está mesmo fofinha *.*

    Sigo, continua a postar para eu puder ler :D

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  5. Desculpa linda, não tinha percebido uma parte.

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  6. Não me agradeças, vá <3

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  7. Mas temos de aproveitar cada dia das nossas vidinhas!

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