3 de abril de 2012


Está escuro lá fora, não se ouve absolutamente á excepção das gotas de água que caiem lentamente. O vento sopra vagarosamente, espalhando esta brisa fresca pelo ar. Sinceramente nem mesmo assim encontro a inspiração ideal para constatar todos os factos sobre os meus sentimentos neste momento, são demasiado invulgares. Está bem claro que não tenho a melhor personalidade, sou demasiado complicada e tenho mudanças de humor para com as pessoas muito repentinas. Meus sentimentos são demonstrados da maneira mais complicada porém da mais simples possível. Nunca fui daquele tipo de raparigas destemidas, que nunca se preocupam por problemas e amizades acabadas, daquelas que aproveitam a vida ao máximo e estão-se a lixar para tudo o resto, sempre fui demasiado frágil. Sempre liguei á opinião dos outros ou então ao que eles iriam pensar, sempre me intimidavam facilmente com meras palavras, sempre tinha receio quando me chateava com alguém e por ai fora, sempre assim fui. Mas para falar verdade acho que ultimamente tenho ganho vária maturidade e confiança em mim mesma, é como me tivesse cansado de ser como era, já não ligo tanto á opinião dos outros e na maioria das vezes já nem quero saber dos problemas com as pessoas. É claro, que se a culpa for minha por vezes lá deixo o meu orgulho e tento resolver as coisas, mas senão for minha é ‘ cagar e andar’. Chega de problemas, chega de me rebaixar, chega. Só o que importa sou eu, eu e a minha felicidade, o resto é facultativo.

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